Rudolf Bultmann dizia que “o que importa não é o Jesus histórico, mas o encontro existencial com o Cristo pregado” — chegando a afirmar que a história seria praticamente irrecuperável. Já N.T. Wright defende que a ressurreição é o melhor fundamento histórico para explicar o surgimento do cristianismo.
Essa tensão entre “Jesus histórico” e “Cristo da fé” é, no fundo, uma pergunta filosófica: a fé precisa de ancoragem histórica para ser verdadeira, ou a experiência existencial basta por si só? O que vocês pensam?